Na Revista Fórum: Pernambuco como paradigma do potencial cidadão da música
O Partido dos Trabalhadores governa Recife há uma década: João Paulo Lima e Silva cumpriu dois mandatos (2001-2008) antes de dar lugar a João da Costa Bezerra Filho (2009-13). Precavendo-se sempre contra o estabelecimento de relações mecânicas entre os fatos da política e os fatos da cultura, não é exagerado dizer que essas três eleições de petistas à prefeitura se inserem num programa mais amplo de reconquista e reinvenção da cidadania em Pernambuco, no qual a música — a espantosa riqueza da coleção pernambucana de sons, uma enormidade até para padrões brasileiros — tem cumprido um papel decisivo, colocando em contato a produção das camadas mais jovens com os gêneros da tradição, dando circulação e visibilidade à cultura afro-pernambucana (com todo o peso político que tem esse ato) e estabelecendo pautas para a reconquista da autoestima da cidade. Esta coluna é uma breve introdução ao que vejo como a dimensão cidadã de algumas sonoridades pernambucanas.
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Uma das coisas que aprendi sendo amigo e interlocutor de 

