Boas festas e feliz 2008
O Biscoito desarma a tenda por duas semanas, até dia 07 de Janeiro. Boas festas e feliz 2008 a todos que passaram por aqui.
Aos amigos do Clube de Leituras, um aviso: no semestre que vem, dou aqui em Tulane um curso de pós-graduação em literatura que se dedicará à leitura de quatro grandes sagas do romance brasileiro. O romance da Pedra do Reino, de Ariano Suassuna, Catatau, de Paulo Leminski, Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro e A República dos Sonhos, de Nélida Piñon. Começamos com Suassuna, já em janeiro. Quem estiver a fim de participar, se ligue, porque a minha idéia é repercurtir o seminário aqui no blog. Já estão convidados a começar a ler o Suassuna, pois.
Aos viciados em blogs, deixo abaixo alguns links de textos publicados este ano que ainda possam interessar. Voltamos no dia 07 de janeiro, com notícias de um livro imperdível.
Alguns textos do blog em 2007:
Páginas da Vida
Comentário a um texto de Renato Janine Ribeiro
Sobre uma declaração da ministra Matilde
Cripta em duas partes
Deus, um delírio
Os 100 melhores romances em castelhano
Entrevista com Paulo César de Araújo
Ali Kamel e seu mais recente delírio
A entrevista de Fernando Henrique
Estadão versus blogs
Tropa de elite
Entrevista com Antonio Risério
Feliz ano novo 🙂

Acho que a última vez que eu dei tanta risada assim foi quando o goleiro do ex-Ipiranga
O episódio foi ilustrativo e sórdido. Envolveu ataques e acusações àquela que talvez seja a mais destacada intelectual argentina de hoje e arrastou-se durante mais de um mês nas páginas de um dos principais jornais latino-americanos. Nem assim recebeu uma nota sequer nos Mais!, Ilustradas ou Cadernos B da vida, mais preocupados em traduzir um texto de um ano atrás sobre a Revolução Francesa ou em noticiar o compacto da última banda de adolescentes finlandeses. O fato é que este é o primeiro registro da polêmica em português. Ela é tão instrutiva que outro post será necessário para discutir tudo o que episódio ensina. Neste, me limito a contar a história. Como sempre, incluo os links para que o leitor julgue por si.
Há dois anos, o respeitado historiador suiço Daniele Ganser publicou 
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