Rapidinhas
Na Folha de hoje, caderno de esportes, lemos a manchete (link para assinantes): Zaga vacila, e Santos congela no Sul. Depois, o subtítulo: Ávalos faz pênalti tolo, e Adaílton perde bola boba nos gols que dão vantagem ao Grêmio na semifinal da Libertadores. É curioso. No jogo que eu assisti, parecia haver uma equipe, vestida de azul, branco e negro, que fez aqueles gols. Êta imprensa esportiva brasileira! Mais uma vez tratam o Rio Grande do Sul como se fosse outro país.
Também na Folha, Fernando Henrique Cardoso declarou, sobre a Operação Navalha: Acho que o nível de corrupção extrapolou. Não me refiro especificamente a este caso. Mas eu acho que temos assistido a uma série infinita de processos de corrupção. Alguém poderia explicar a ele a diferença entre a febre e o termômetro? “Assistimos” uma série infinita de processos de corrupção porque há alguém trazendo-os à luz, não é mesmo, ex-presidente? Quando os casos de corrupção não estão sendo revelados, fica um pouco mais difícil “assisti-los”, não é?
Em São Paulo, hoje, às 19:30, no Instituto Cervantes (Paulista, 2.439), a ensaísta argentina Beatriz Sarlo conversa com o Prof. Jorge Schwartz, da USP. Se você está em Sampa, gosta de literatura e nunca viu Beatriz falar, compareça. É uma das 4 ou 5 pessoas que mais admiro no mundo hoje. Sem exagero.



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Estou preparando um curso sobre 
